

Inauguradas em 1942, as Termas precederam a construção do Grande Hotel.
Foram erguidas para possibilitar a utilização medicinal e estética das águas
energizantes e relaxantes, e também da lama, encontradas no local.
Em seu hall de entrada, destaca-se o conjunto de oito vitrais pintados por
Frank Urban, que reconstituem uma parte da História de Araxá – desde a
pré-história aos primeiros estudiosos de águas que aqui chegaram. Em um
contraponto perfeito ao colorido dos vitrais, o chão é ornamentado por uma grande
mandala de oito pontos, de mármore branco e preto.
No andar superior, temos também oito quadros feitos por Joaquim da Rocha Ferreira.
Eles mostram a importância dos banhos desde os tempos bíblicos; na civilização
egípcia; na civilização assírio-caldaica; na Índia, Grécia, Roma, no século XVII e
atualidade (lembrando que os quadros datam de 1944).
A piscina emanatória, de água energizante aquecida a 37 graus, é outro destaque das
Termas. Revestida de azulejos pintados à mão, é protegida por grandes janelas de
vidro que dão vista para os encantadores jardins projetados por Burle Marx.
Com uma área total de 17 mil m², as Termas são ligadas ao hotel por um grande
corredor com pinturas que retratam cidades mineiras, produzidas pelo artista
plástico Genesco Murta.
É nas Termas que são realizados os banhos e tratamentos estéticos, que você pode conhecer aqui.
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